Aqui falarei de tudo o que se relacione com aquariofilia de água doce com ênfase especial na manutenção de vivíparos selvagens das famílias Goodeidae e Poeciliidae, bem como a recriação dos biótopos naturais onde podem ser encontrados.
1 de fevereiro de 2013
14 de abril de 2011
Ruivaco-do-oeste
20 de janeiro de 2010
Vivíparos
O que adquiri entretanto foram dois grupos de poecilídeos, um de endlers (Poecilia wingei) e outro de Espadas (Xiphophorus hellerii). Os endlers não consigo estar certo do seu grau de pureza, todavia tenho tantos motivos para acreditar que são puros como que são híbridos de guppy, na verdade o seu comportamento tem pouco de guppy e bastante de endler, pelo que é possível que sejam puros. Já os espadas, de selvagem têm apenas o aspecto, que foi o que me fascinou, já tinha visto fotos de espadas selvagens e estes se não são iguais estão muito próximos, o que me parece provável é que seja um caso de regressão para o fenótipo selvagem, por via de uma reprodução em cativeiro sem intervenção humana, em termos de selecção. Mas para mais sobre este assunto o melhor é ver o tópico que criei no Fórum Aquariofilia.
Os espadas (Xiphophorus hellerii) de coloração selvagem.
Um dos 3 machos endler (Poecilia wingei) que adquiri, com uns Tanichtys albonubes a espreitar.
Uma das coisas que há em comum com estes dois casos é o facto de serem fenótipos selvagens - além de serem vivíparos claro - o que não é mais afinal do que uma manifestação do meu interesse por espécies raras e "selvagens" de vivíparos.
Dito isto, estou com planos de brevemente adquirir mais algumas outras espécies, objectivo para o qual tenho estado a preparar os aquários que fui reactivando (isso é matéria para outro post), algumas das que me têm estado a fascinar e cuja obtenção e manutenção penso que é viável: Xenotoca eiseni, Poecilia salvatoris e Limia tridens; outra é a Poecilia reticulata, mas tratam-se de exemplares originários de uma população selvagem, mas verei com tempo como vou organizar isso. Tenho que resolver-me quanto a passagem das amecas para o aquário maior ou não, o problema é que são uns bichos truculentos que podem stressar espécies mais sensíveis, e se o aquário onde estão agora acaba por ser um pouco pequeno para elas, se as passar para o maior é possível que não consiga lá meter mais nenhuma espécie.
23 de dezembro de 2009
Regresso
Este meu regresso à actividade é também o culminar de tempos atribulados em que os meus aquários se viram reduzidos a uma colónia de Ameca splendens e outra de Tanichtys albonubes (duas autênticas espécies de combate, como se sabe), será este o ponto de partida - não me desagrada nada, a verdade é que nos últimos tempos tinha peixes a mais e aquários a mais, estava-me a consumir demasiado tempo e dinheiro. Nada como simplificar as coisas para que elas voltem a funcionar.
Seja como for, além da manutenção destas duas colónias (dois aquários) o meu projecto principal agora é reactivar um aquário de 100 litros e ir constituindo lá um comunitário asiático.
Irei dando notícias.
2 de outubro de 2007
Blog suspenso
P.S. - A tentação de arranjar um pequeno aquário vai-se fazendo sentir...
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14 de abril de 2007
Estado da coisa
10 de fevereiro de 2007
De regresso às lides
Este post é um pouco caótico, estou a tentar falar de muita coisa e coisas de muito tempo em pouco espaço e pouco tempo... nos próximos dias vou escrever com mais calma das novidades e eventualmente algumas coisas interessantes.
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27 de outubro de 2006
Endlers
Estou finalmente na posse daquele que tem sido um recente “Santo Graal “ (um dos mais corriqueiros é certo, mas ainda assim um) da aquariofilia; dá por várias denominações: Gupi de Endler, Vivíparo de Endler, simplesmente “Endler”, Gupi de Campoma, e mais algumas. Até há bem pouco tempo não se tinha a certeza do que era – havia quem afirmasse que não se tratava senão de uma população de Gupis com colorações algo excêntricas, havia quem afirmasse que se tratava de uma espécie próxima da Poecilia reticulata, o Gupi comum, mas ainda assim separada desta. Nem identidade certa o animal tinha, até que há coisa de uns poucos meses finalmente o descrevem e passa ser uma nova espécie, de pleno direito: Poecilia wingei. Sobre esse processo pode-se ler mais no site que se segue.
http://www.practicalfishkeeping.co.uk/pfk/pages/item.php?news=889
A sensação de estar finalmente a manter estes animais é que não é totalmente clara. Se por um lado tinha uma certa curiosidade em ver como seriam ao vivo aquelas criaturas coloridas de modo tão bizarro (têm qualquer coisa de Mondrian), por outro não eram daqueles peixes que me tivessem chegado a fascinar do modo que outros o fizeram, o modo em que sei imediatamente que tenho que, mais cedo ou mais tarde, vir a manter tal espécie. São simpáticos os bichos, têm um comportamento diferente dos Gupis, parecem-me menos gratuitos no modo como ocupam a sua existência quotidiana entre quatro vidros, talvez por se tratar de uma espécie que faz poucas gerações, comparada com o Gupi, que foi afastada do seu habitat natural. Penso que só depois de me nascer a primeira geração cá da casa é que vou conseguir formar uma opinião mais certa sobre estes peixes.
É provável que nos próximos dias escreva mais sobre esta espécie.
25 de outubro de 2006
Tanichtys micagemmae
Estou a fazer diligências para arranjar alguns exemplares e pode ser que em breve aqui escreva sobre a minha experiência com estes animais lindíssimos. Por enquanto deixo aqui uma foto para ir aguçando o apetite.
19 de outubro de 2006
A saga dos Gouramis coaxantes
Foi em boa parte esta característica que me fez interessar-me pelos peixes, inicialmente tomei conhecimento da existência do Trichopsis vittata desconhecendo a existência do pumila, e procurei encontrar alguns exemplares em vão, posteriormente tomei conhecimento da segunda espécie e de uma loja que a tinha para venda, meio renitente – pois não era a espécie que buscava – e desconhecendo as incríveis semelhanças entre as duas, bem como a vantagem (para mim) das menores dimensões da segunda deixei passar a oportunidade de adquirir alguns exemplares. Parte desta história está documentada num tópico que abri no Fórum Aquariofilia e que pode ser lido em: http://www.aquariofilia.net/forum/viewtopic.php?t=47996 , seja como for adquiri, faz agora dois dias, dois exemplares do que vim a descobrir serem afinal Trichopsis vittata, poucos e já sem se encontrarem nas melhores condições de saúde, um deles descobri-o morto há pouco.
Quanto ao outro anda muito timidamente pelo aquário com um aspecto ainda bastante fragilizado, se sobreviver vou tentar adquirir mais alguns exemplares num futuro próximo (a mesma loja onde os comprei parece que vai fazer nova importação) e constituir uma colónia viável. Se não o conseguir, uma outra loja vai proximamente tentar fazer uma importação de Trichopsis pumila e irei centrar-me nessa espécie, aliás mais adequada às dimensões do meu comunitário asiático. Desejem-me alguma sorte!
Este é um dos dois exemplares de Trichopsis vittata que adquiri.
Para quem quiser saber mais sobre estas espécies recomendo a leitura dos seguintes sites:
http://www.aquariumfish.com/aquariumfish/detail.aspx?aid=25598&cid=4150&search
http://en.wikipedia.org/wiki/Trichopsis_vittata
http://aquaworld.netfirms.com/Labyrinthfish/Trichopsis/Trichopsis_vittatus.htm
http://www.aquarticles.com/articles/breeding/Peters_Trichopsis_vittatus.html
http://articles.gpasi.org/trichopsis_pumilus.html
http://aquaworld.netfirms.com/Labyrinthfish/Trichopsis/Trichopsis_pumila.htm
http://www.aquarticles.com/articles/breeding/Korotev_Trichopsis_pumila.html